Programa Escola Viva e Desafios para Cariacica são apresentados na AEC

Conselheiros da AEC se reuniram no dia 12 de junho para reunião do Conselho Operacional da entidade. Na oportunidade, receberam a visita a Secretaria Regional de Educação Cariacica (Sedu) para apresentação do Programa Escola Viva, premissas do projeto, o desenvolvimento das escolas no município, indicadores de desempenho dos alunos, e os principais desafios das unidades de Cariacica. O projeto de Educação em tempo Integral e a contribuição para o desenvolvimento dos alunos é uma das ações prioritárias da Associação Empresarial de Cariacica.

Inicialmente os representantes da Superintendência, Rafael Justino e Patrícia Rosário, abordaram sobre o modelo da Escola da Escolha e a Tecnologia da Gestão Educacional (TGE), que em 2006, com a expansão do Programa em Pernambuco, foi incluída como parte da formação dos gestores das escolas. Os princípios do modelo da Escola da Escolha são o protagonismo, os pilares da educação, a pedagogia da presença e a educação interdimensional.

Assim, baseado no modelo pernambucano, o programa Escola Viva nasceu para ser uma escola de educação integral, com experiências educacionais amplas e profundas. Formar jovens capazes de realizar sonhos, competentes no que fazem e solidários com o mundo em que vivem.

O Estado prevê até 2030, a implantação de 300 escolas até 2030. Para 2018, 32 escolas. A meta é oferecer educação integral e de tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, tanto as do campo quanto as da cidade, de forma a atender, pelo menos, 25% dos estudantes da educação básica.

Cariacica, por sua vez, possui 4 Escolas Vivas, sendo que 3 destas escolas iniciaram em 2018. São elas: Presidente Castelo Branco (Porto de Santana), José Leão Nunes (Vale Encantado), Itagiba Escobar (Sotema) e Maria Penedo (Itacibá).

Segundo Patrícia Rosário, apesar das dificultades enfrentadas no processo de implantação, as escolas estão em fase de desenvolvimento. Patrícia apresentou ainda alguns desafios para as unidades do município.

Transferências do Ensino Fundamental por falta de subsídios para o transporte público.

  • Condições sociais que exigem que o jovem do EM trabalhe para contribuir com a renda da família.
  • Participação tímida da comunidade na escola.
  • Atendimento psicológico para os estudantes que trazem muitas demandas de ordem afetiva.

O próximo passo é visitar as novas escolas com representantes da AEC e discutir ações para fortalecimento do modelo no munício e contribuir com desenvolvimento dos alunos.